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Conteúdo atualizado em 19.03.2020


Marchetaria é tema de exposição na USP

Marianne Ramalho, Assessoria de Comunicação da PUSP-B
17/07/2018

Marchetaria é tema de exposição na USP

“Da madeira morta a madeira viva” é o nome da exposição de marchetaria que está em exibição no Centro Cultural da USP até o dia 31 de agosto, numa realização do Projeto Atelier & Arte da Seção de Eventos Culturais da Prefeitura do Campus USP de Bauru (PUSP-B).

A mostra é de Gennarino Calabrese, conhecido como Rino, italiano, com 71 anos de idade e nascido na cidade de Brescia, na Região da Lombardia, na Itália.

Rino se mudou para o Brasil aos 11 anos, morou em São Paulo e na região de Ribeirão Preto e após ter cursado Administração de Empresas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) se mudou para Bauru para montar a fábrica de chocolates da Kibon.

O artista mora em Bauru há 22 anos, depois de trabalhar na Kibon se aposentou e fez um curso de Prótese Dentária, montou o Laboratório Tecno-Orto mas teve um problema nas mãos e não conseguiu mais trabalhar nessa área.

Com o conhecimento que tinha adquirido dos trabalhos em madeira que seu pai fazia, a partir de 2005 passou a trabalhar com marchetaria. No início fazia porta-joias, caixas, brinquedos e depois passou a fazer quadros que é o seu forte agora.

A exposição

A mostra “Da madeira morta a madeira viva” integra a Programação Oficial de Aniversário de Bauru que vai completar 122 anos no dia 1º de agosto. A exposição está aberta à visitação pública, no Centro Cultural da USP até o dia 31 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

O Centro Cultural localiza-se na Alameda Dr. Octávio Pinheiro Brisolla, 9-75, na Vila Universitária, em Bauru (SP). Informações no telefone: (14) 3235-8394 ou no e-mail: centrocultural@usp.br 

No Centro Cultural da USP Rino expõe 20 quadros em marchetaria, com temas variados, que reproduz de fotos, quadros e paisagens.

A arte da marchetaria é muito difundida nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa. A técnica consiste em juntar pequenas peças de madeira sobre uma base e assim formar uma figura. Esta é uma atividade que exige mãos habilidosas, além de intimidade com a madeira e muita paciência.

Sobre o nome da exposição Rino esclarece que “Quando você vê uma madeira em estado natural ela está morta. A junção de vários tipos de madeira onde você começa a formar desenhos e formas você passa a dar vida a esta madeira”.

O artista afirma que em seus quadros utilizou vários tipos de madeira, procurando não fugir da cor natural dela. A combinação de cores, ranhuras e formatos da madeira é que resultam na imagem do quadro.

Atualmente, Rino expõe e comercializa seus trabalhos na Feira do Microempreendedor de Bauru, que acontece aos domingos, das 8h30 às 12h, entre as quadras 18 e 19 da Avenida Getúlio Vargas, próxima da árvore copaíba.

Os contatos com o artista podem ser feitos em sua Oficina de Marchetaria “Madeira Viva” de Bauru, nos telefones: (14) 3236-1174 ou (14) 99772-0575 ou no e-mail: rinocalabrese@gmail.com  

Foto: O artista e a obra "Palácio de Broletto"

Crédito da foto: Francisco Peres


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