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Conteúdo atualizado em 19.03.2020


Professores embaixadores da USP falam para jovens da rede pública

Jorge Vascocellos
14/09/2010

Professores embaixadores da USP falam para jovens da rede pública

Uma das principais novidades do Programa de Inclusão Social da Universidade de São Paulo (INCLUSP), em 2010, é o programa Docentes Embaixadores, que propõe aos professores da USP, inclusive os aposentados, comparecerem a pelo menos uma escola estadual pública para falar aos jovens terceiranistas do ensino médio. Na pauta dos docentes, as propostas de inclusão dos alunos da rede pública à Universidade, informando-os de que é possível cursar o ensino superior em um centro de excelência, público e gratuito, como é a USP.


Criado em 2006, o INCLUSP dedica-se à ampliação do ingresso de alunos de escolas públicas na Universidade, além de apoiá-los em sua permanência com ações de largo alcance antes, durante e após o vestibular.

  
A ideia de promover o contato de docentes da Universidade com jovens do ensino médio das escolas estaduais partiu do coordenador do Programa de Avaliação Seriada (PASUSP), que também faz parte do rol de ações do INCLUSP, Professor Mauro Bertotti. Para ele, o programa Docentes Embaixadores é muito propício porque também dá ao professor condições de acompanhar, com propriedade, a complexidade das ações do INCLUSP.


“Os docentes passam a entender melhor os problemas do ensino fundamental e médio, e a relação deles com a USP, podendo analisar com precisão as soluções de inclusão da Universidade”, afirma Bertotti. “O inequívoco valor da experiência amplia o repertório da abordagem que os docentes fazem junto aos alunos do ensino público, transmitindo a eles muitas informações essenciais sobre a USP. Com isso, fazem toda a diferença”.

A Professora da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), Ana Lúcia Álvares Capelozza, pretende participar do programa visitando duas escolas estaduais: Professor Christino Cabral e Ernesto Monte. “Acho que é nossa obrigação divulgar a USP, pois somos pagos pela sociedade, especialmente a do Estado de São Paulo”, afirma Ana Lúcia.

A Professora da FOB vai dizer aos alunos das duas escolas estaduais que vale a pena estudar muito para entrar em uma universidade pública, e já sabe o resultado que busca alcançar quando dialogar com eles. “É preciso motivar os alunos de ensino médio nas escolas públicas a enfrentar esse desafio”, acredita Capelozza.

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