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Conteúdo atualizado em 19.03.2020


Campus de Bauru terá laboratório de resíduos químicos

Luís Victorelli
20/06/2011

Campus de Bauru terá laboratório de resíduos químicos

 

A Universidade de São Paulo (USP) em Bauru vai contar com um importante aliado na preservação ambiental. Trata-se do Laboratório de Resíduos Químicos do Campus USP de Bauru.

 

Com o novo serviço, os produtos químicos descartados não causarão danos ao meio ambiente, e por uma simples razão: não irão para o lixo, nem nas coletas especiais para esse tipo de produto. Após a recuperação, que é feita por processos químicos, serão disponibilizados novamente às fontes geradoras.

 

A professora Marília Afonso Rabelo Buzalaf, responsável pelo laboratório, informa que os líquidos reveladores e fixadores de materiais radiográficos são os que apresentam maior volume de descarte no campus, “mas deverão diminuir com a crescente digitalização desse processo”. Formol, amálgama, álcool, éter, Xilol –tipo de solvente- e mercúrio também integram a lista de materiais a serem recuperados. “A nossa intenção é fazer um campus, no futuro, totalmente sustentável”, prevê Buzalaf.

 

Mesmo com os benefícios gerados com a recuperação dos resíduos, o diretor da FOB-USP, José Carlos Pereira, lembra que é necessária também uma constante ampliação do compromisso das pessoas com a questão ambiental. “É preciso modificar, para melhor, o comportamento das pessoas em relação à preservação do meio ambiente”, diz. Todos os outros resíduos, não químicos, são descartados conforme normas específicas. A obra terá área construída de aproximadamente 180 m2 e prestará atendimento à FOB e Hospital Centrinho (HRAC-USP).

 

O ato de assinatura de contrato para a execução do Laboratório de Resíduos Químicos do Campus USP de Bauru também contou com as presenças dos professores Ruy Cesar Camargo Abdo, coordenador do campus USP de Bauru; João Henrique Nogueira Pinto, superintendente em exercício do Centrinho; LuizFernando Pegoraro, ex-diretor da FOB; Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, vice-diretora da FOB; Robson Negrão, diretor da empresa Negrão & Negrão; Simone Berriel Joaquim Simonelli, diretora do Escritório Regional de Engenharia e Arquitetura (Core-Bauru); Fábio Mossato Dias, responsável pela Divisão de Manutenção e Operações do campus; Nilton José Saggioro, engenheiro do Centrinho, e Zelma Batista Borges, assistente financeira da FOB.

 

O termo de contrato para a execução da obra, que será executada pela empresa Negrão & Negrão, foi assinado no dia 14 de junho. O novo laboratório tem previsão para ficar pronto em sete meses.

 

 

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