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Conteúdo atualizado em 22.10.2019


Ivy Trindade-Suedam é docente adjunta da UNC

Luís Victorelli
21/10/2015

Ivy Trindade-Suedam é docente adjunta da UNC

A professora Ivy Trindade-Suedam, pesquisadora do Laboratório de Fisiologia do HRAC-USP e professora do Departamento de Ciências Biológicas da FOB-USP, passou a integrar o Centro Craniofacial da Faculdade de Odontologia da Universidade da Carolina do Norte (UNC), Estados Unidos, como professora associada adjunta.

Para entender melhor a indicação, a professora Ivy explica que o cargo de professor adjunto é ocupado oficialmente por um docente em uma instituição de ensino superior com o objetivo de proporcionar expertise adicional ao corpo docente permanente, desempenhando funções acadêmicas de ensino e pesquisa.

“No caso, entendo como meu papel neste processo, desenvolver pesquisas conjuntas referentes ao tratamento de pacientes com fissura labiopalatina, receber e enviar alunos de graduação e de pós-graduação e, mais do que isso, ser uma embaixadora da UNC no Brasil e da USP, mais especificamente da FOB e do HRAC, nos Estados Unidos”, descreve.

O processo iniciou-se em outubro de 2014, numa visita técnica da pesquisadora bauruense ao Centro Craniofacial da Faculdade de Odontologia da universidade americana. “Lá, recebi um importantíssimo convite oriundo do diretor odontológico do referido centro, professor Luiz Pimenta, recomendado também pela doutora Amelia Drake, diretora do Centro e pelo Prof. Dr. Ronald Strauss, ex diretor do Centro Craniofacial da UNC, e que, atualmente, atua na alta esfera da UNC, como “executive pro-vost”, equivalente a um de nossos pró-reitores da USP. Tratava-se de convite formal para atuar como Professora Adjunta (Adjunct Faculty) da UNC, convite que, obviamente, muito me honrou”.

Entrevista

Leia entrevista com a professora Ivy Trindade-Suedam: Cirurgiã-dentista formada pela FOB-USP em 1999. Professora doutora, da FOB-USP, Departamento de Ciências Biológicas. Orientadora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação do HRAC-USP. Pesquisadora do Laboratório de Fisiologia do HRAC-USP. Adjunct Associate Professor, UNC School of Dentistry

O que levou à indicação de seu nome para integrar a Universidade da Carolina do Norte como professora associada adjunta?
O HRAC e a FOB possuem, desde os anos 1990, convênio formal com a UNC, implementado pela professora Inge Trindade (USP) e pelos Dr. Donald Warren, Dr. Ronald Strauss e doutora Amelia Drake (UNC). Neste momento, este convênio está em fase de renovação, já assinado pela USP e em fase final na UNC. Sou responsável por trazer os alunos de graduação e pós-graduação da UNC para o nosso campus e por selecionar os nossos alunos de graduação e pós-graduação que vão para a UNC.

Além disso, existe uma parceria científica consolidada, com pesquisas conjuntas. Por estes motivos, o professor Pimenta, cirurgião-dentista, clinical professor da School of Dentistry da UNC e diretor odontológico do Craniofacial Center da UNC, conjuntamente com a doutora Drake, otorrinolaringologista e diretora do Craniofacial Center, fizeram este convite a mim, para que este convênio se consolide e como forma de estreitar ainda mais nossos laços científicos.

Entre as pesquisas realizadas conjuntamente, quais destaca?
Dentre as pesquisas conjuntas, destacamos a avaliação tomográfica em 3D das vias aéreas de indivíduos com fissura labiopalatina, que está em fase de análise de dados. E, mais recentemente, a investigação dos estudos da fisiologia do sono a relação com a dinâmica de fluidos nas vias aéreas superiores.

O que representa, em sua opinião, para o HRAC e FOB –ambas unidades da USP em Bauru- esta indicação?
Acredito ser uma honra para o Laboratório de Fisiologia do HRAC e para a Disciplina de Fisiologia da FOB possuir um docente que faz parte da equipe da UNC. Isto reforça a excelência das nossas Instituições. Para os alunos da FOB e do HRAC, interessados em estagiar no exterior, isso representa uma maior chance de concretizar esse sonho. Para a pesquisa na área da Fisiologia, representa um maior intercâmbio de informações, a abertura de novas portas científicas e novos rumos para a nossa linha de pesquisa.

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